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  • 10 Jun 2021

  • Foto: Wellington Basso/Portal Educadora

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Em evento na tarde de quinta-feira, 10, no estacionamento do Hospital Pró-Vida em Dois Vizinhos, o chefe da casa civil, Guto Silva, confirmou que Dois Vizinhos terá, nas próximas semanas, mais quatro leitos de UTI habilitados. “Na próxima semana, vocês já recebem os equipamentos que faltam para fazer essa importante ativação para atender os pacientes acometidos pelo coronavírus”, disse.

O prefeito Carlinhos Turatto (PP) destacou que o município é polo e precisa desses investimentos. “Nós temos o maior Valor Bruto de Produção (VBP) do Sudoeste do Paraná, temos o maior abatedouro de aves, maior bacia leiteira, temos uma indústria de luminárias que é única no Brasil e no mundo, temos a Pluma que é uma das maiores produtoras de ovos do mundo, grandes indústrias têxtil e de tecnologia e não podemos nos contentar com pouco. Precisamos oferecer estrutura de saúde para o nosso povo”, disse.

A luta por leitos de UTI iniciou no mês de janeiro e se tornou realidade no início de junho, quando foram ativados os primeiros quatro leitos no Hospital Pró-Vida. Agora, o atendimento será dobrado. “Já temos autorização da Secretaria de Estado e Saúde (Sesa) para a ampliação desses quatro leitos junto ao Pró-Vida e acreditamos que, em uma semana, a gente vai conseguir ativar esses leitos e colocar à disposição da central estadual de regulação de leitos”, explicou Nádia Zanella, chefe da 8ª Regional de Saúde.

O deputado estadual Paulo Litro (PSDB) celebrou a conquista. “Os quatro leitos já estão lotados, por isso, precisamos dessa ampliação. Com o esforço do Carlinhos, vereadores, lideranças, conseguimos os equipamentos e também os valores para a manutenção mensal do Governo do Estado. É um momento histórico para Dois Vizinhos”, comemora.

 

Repasses

Quando estiver com os oito leitos de UTI ativados, o Estado vai repassar a casa de saúde duovizinhense, mensalmente, R$ 519 mil para a manutenção dos oito leitos de UTI e dos 15 leitos de enfermaria. “Saibam que isso não gera lucro para a saúde, gera até prejuízo, mas não podemos mais colocar nossos pacientes em ambulâncias, correndo risco de perder a vida na estrada e não ter atendimentos”, conclui.

Fonte: Portal Educadora

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