Mais uma reunião de trabalho foi realizada na sexta-feira na Amsop, e desta vez com a presença de mais de 20 prefeitos e vice-prefeitos e com deputados estaduais
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Mais uma reunião de trabalho foi realizada na sexta-feira na Amsop, e desta vez com a presença de mais de 20 prefeitos e vice-prefeitos e com deputados estaduais. Basicamente serviu para mais uma mobilização regional em defesa dos interesses sudoestinos.
A reunião foi um debate também sobre o encontro havido no dia anterior, em Curitiba, quando o governador Beto Richa anunciou que a região seria prioridade no que tange a questões da agricultura e no emergente combate às perdas causadas pela seca — que assola alguns municípios desde novembro.
Os números da Amsop indicavam que 35 (entre 42) prefeituras já estavam com os dados do prejuízo coletados e encaminhando o procedimento para a Defesa Civil e ao governo do Estado.
Estes municípios serão atendidos prioritariamente no repasse prometido pelo governo do Estado para a região — o governo anunciou R$ 15,5 milhões para ajuda direta aos agricultores (as culturas mais atingidas foram milho, soja e feijão).
Os recursos chegam a R$ 6 milhões para a compra de insumos agrícolas (sementes e fertilizantes), R$ 9,5 milhões de apoio financeiro — sendo R$ 8 milhões para subvenção ao prêmio do seguro e R$ 1,5 milhão para reforçar o programa Fundo de Aval.
Segundo estimativa da Secretaria Estadual da Agricultura, houve uma redução de 2,5 milhões de toneladas de soja, milho e feijão que, a preços de hoje, significa um prejuízo financeiro de R$ 1,5 bilhão. A quebra da produção representa 11,5% da safra paranaense.