No sábado, 11, participantes passaram o dia na Prainha e no domingo, 12, no Iguaçu Park.
Foto: Assessoria
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No último final de semana, foi realizado o 8º Encontro de Amigos e Ex-moradores de Foz do Chopim. Mais de 100 pessoas participaram do evento que começou na sexta, 10, com a recepção dos visitantes, seguiu no sábado, 11, com ações na Prainha e missa de Ação de Graças e terminou no domingo, 12, no Iguaçu Park. “Lá em 2006 nós fizemos o primeiro encontro, tinha umas 18, 20 pessoas e conseguimos nos reunir por quatro anos seguidos. Depois não deu mais certo, a gente acabou parando. Passados uns anos, aí bateu a saudades de novo, né, e um amigo nosso de Cascavel montou um grupinho, quatro, cinco pessoas, começou a reunir o pessoal e depois resolveu, aí sim, aí começaram a se encontrar. Então a gente voltou, estamos agora já no oitavo encontro, paramos dois anos por causa da pandemia, e voltamos agora e todo muito está muito alegre de conseguir participar”, diz Paulo Richard, um dos idealizadores do encontro.
A dupla Vanderlei Antônio de Almeida e o Cesar Roque Ecker relembrou algumas histórias da Festa do Mamão, que aconteceu no distrito e foi realizada pelo grupo Jovens Unidos e do Grupo Jovens Unidos do Chopim (Jupim). “Dentro do grupo surgiu a ideia da festa do mamão e assim eu e o César começamos a conversar e fizemos a música. Eu não entendia nada de composição, a melodia foi criada na hora, em cinco minutos, a música foi feita a pedido da Emater, um hino, ai do nada, debruçado no balcão começamos e baseado nos fatos daquele momento, surgiu um hino, com quatro versos, hoje eu lembro vagamente, mas não tá gravado, não tá escrito”, disse Vanderlei.
O diácono Osmar Vieira, que também fez parte do grupo, relembrou a história. “Foram momentos muito marcantes, positivos e com a graça de Deus nós conseguimos arrumar pra comunidade muitas coisas boas e também pra nós serviu um incentivo porque fomos aprendendo com a comunidade, dentro das necessidades deles, a desempenharem atividades que também depois nós desenvolvemos”, relatou.
O engenheiro João Koproski não vinha para a região há muitos anos e relembrou sua história. “Eu me formei em 1970 e no dia 2 de janeiro de 1971 vim como engenheiro auxiliar da obra da usina, que na época a obra estava perto de ser inaugurada. Tive a felicidade de participar dessa inauguração com honra. Eu, até hoje, tenho uma grande lembrança, uma grande recordação desse dia, foi maravilhoso. Eu já vim participar também da obra da segunda ponte que foi um consórcio entre a empresa que eu trabalhava e outra empresa de Curitiba. Foi uma ponte com altura superior à anterior de 5 metros e meio e que, infelizmente, depois de algum tempo veio a cair também, que foi a maior enchente de todos os tempos que eu tinha visto aqui. Essa ponte, a segunda ponte foi inaugurada em 1975 e foi a grande solução porque quando caiu a primeira ponte foi colocada aqui a balsa e essa balsa infelizmente ela sofreu um acidente”, relembra.
Fonte: Portal Educadora