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Médicos e Médicas do CIRUSPAR declaram greve contra corte de direitos

A mobilização de Médicas e Médicos também se articula com as demais categorias que atuam no CIRUSPAR

Médicos e Médicas do CIRUSPAR declaram greve contra corte de direitos
  • 07 de Maio de 2026
  • Foto: Divulgação

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Médicos e Médicas do Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgência do Sudoeste do Paraná (CIRUSPAR) decidiram em Assembleia Geral realizada nesta terça-feira (05 de maio) por iniciar uma greve para conter as investidas da direção do Consórcio visando a retirada de direitos previstos nos Acordos Coletivos de Trabalho previamente firmados com o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar).
A data base para o reajuste anual dos médicos é em abril, com o último Acordo Coletivo de Trabalho tendo vigência até o dia 30/04. Porém, para a renovação do ACT, a direção do CIRUSPAR ofereceu um índice de reajuste inferior à inflação anual. Além disso, o Consórcio quer retirar outros direitos previstos em Acordos Coletivos anteriores; como pagamento de adicional pelo labor prestado em feriados; além que buscar diminuir a indenização da hora do intervalo intrajornada.
Diante do impasse, e da investida da Direção do Consórcio em buscar firmar acordos individuais, semeando a divisão e dispersão na categoria, os profissionais da Medicina decidiram decretar greve administrativa para forçar a negociação.
A greve administrativa deliberada pelos Médicos/as não prejudicará, de nenhuma maneira, o atendimento à população, que não ficará desassistida. Serão mantidos os serviços e atos médicos em sua totalidade.
Durante o movimento paredista, que terá início no sábado próximo (09/05), os profissionais deixarão de executar tarefas meramente administrativas e/ou sem relação direta com o atendimento médico, como a digitação de dados para estatísticas em formulários eletrônicos, entre outras.
A mobilização de Médicas e Médicos também se articula com as demais categorias que atuam no CIRUSPAR, como a enfermagem e os condutores. Esses trabalhadores/as também estão sofrendo as tentativas de retirada de direitos adquiridos, além da recusa da reposição inflacionais anual.
Fonte: SIMEPAR