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Segurança

Governo do Estado autoriza criação de Pelotão de Choque no 21º Batalhão da Polícia Militar

Nova unidade ficará sediada em Francisco Beltrão, transformando a atual ROTAM e reforçando a segurança ostensiva em 26 municípios do Sudoeste paranaense.

Governo do Estado autoriza criação de Pelotão de Choque no 21º Batalhão da Polícia Militar
  • 26 de Agosto de 2026
  • Foto: PPNews

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou, na última segunda-feira (24), o decreto que oficializa a criação do Pelotão de Choque no 21º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Sediada em Francisco Beltrão, a nova estrutura tática tem previsão de iniciar as operações em novembro de 2026, após a conclusão dos trâmites internos de adaptação de viaturas e adequação de fardamentos.
A implantação do batalhão especializado traz um reforço estratégico para a segurança pública da região. O 21º BPM é responsável pelo atendimento de 26 municípios do Sudoeste do Paraná, abrangendo uma população superior a 370 mil habitantes. A área de cobertura possui forte relevância geopolítica, englobando 100 quilômetros de faixa de fronteira e 80 quilômetros de divisa com o estado de Santa Catarina.
Atualmente, o 21º BPM divide sua estrutura em quatro companhias estratégicas: a 1ª Cia (Francisco Beltrão), a 2ª Cia (Dois Vizinhos), a 3ª Cia (Santo Antônio do Sudoeste) e a 4ª Cia (Capanema).
Elevação de padrão tático e atribuições
De acordo com o comandante do 21º BPM, Tenente-Coronel José Batista dos Santos, a nova unidade será estruturada a partir da transformação da atual Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), elevando a capacidade operacional e o poder de resposta da corporação na região.
O Pelotão de Choque é vocacionado para o restabelecimento da ordem pública, controle de distúrbios civis e atendimento a ocorrências policiais de alta complexidade. Entre as suas principais atribuições estão:
- Controle de multidões: Contenção e dispersão de manifestações violentas e tumultos.
- Pronta resposta: Atendimento ágil a situações de crise e eventos críticos.
- Operações prisionais: Intervenções em casos de rebeliões e realização de revistas de segurança em unidades penitenciárias.
- Cumprimento de mandados: Suporte tático em ações judiciais, como reintegrações de posse.
- Patrulhamento tático: Ações ostensivas em áreas com maiores índices de criminalidade ou durante contingências especiais.
Repórter Islan Roque com informações do PPNews